quarta-feira, 20 de maio de 2009

Profissional "Sabe-tudo"

Você já deve ter convivido com aquele colega de trabalho que está sempre certo, não aceita a opinião alheia sem antes travar uma batalha e acaba incomodando toda a equipe. De acordo com a gerente de Planejamento de Carreira da Manager Assessoria em Recursos Humanos, Marisa Ayub, estamos falando de profissionais que, em geral, estão há bastante tempo na mesma empresa.

Já na opinião do sócio-diretor da LCZ Consultoria e Desenvolvimento, Luis Felipe Cortoni, esse tipo de comportamento está muito mais ligado à personalidade do indivíduo. Ele classifica os profissionais "sabe-tudo" em dois tipos.

O primeiro é o narciso, que, obcecado por suas próprias idéias e opiniões, demonstra um tipo de negação com relação ao outro. Muitas vezes, pessoas com este perfil conseguem chegar a posições de liderança.

O segundo é o que deseja passar a impressão de estar sempre certo porque sente necessidade de afirmação. "Ao contrário do narciso, ele usa isso como um mecanismo de defesa. Para este tipo de pessoa, é importante manter sua posição".

Atitude prejudica empresa e equipe
Segundo Marisa, no dia-a-dia, esse profissional inflexível age como se soubesse mais do que os outros e não precisasse de treinamentos ou melhorias. "São completamente engessados e derrotistas, não conseguem resolver os problemas de forma assertiva, acham que nada está bom e nem gostam de pensar em mudanças", diz ela.

Com o tempo, a tendência é que a equipe se afaste e desista do confronto com o colega que nunca está errado. Dessa forma, quando um assunto é debatido, as pessoas acatam a opinião do "sabe-tudo". "Quem é persuasivo ao extremo gera um mecanismo de defesa no outro. Ninguém se mantém disposto a discutir todo dia, então, simplesmente, deixa pra lá", explica Cortoni.

"O inflexível não deixa a empresa crescer e acaba por desmotivar os demais colaboradores, que, muitas vezes, buscam outras colocações no mercado, por não conseguirem ascensão profissional na empresa", afirma a gerente da Manager.

Efeito contrário
Para o "sabe-tudo", o efeito é justamente o contrário do que se pretende: ele perde a credibilidade e desgasta as relações. Marisa lembra ainda que empresa e gestor enxergam profissionais assim como descartáveis. "Eles até têm a impressão de que são insubstituíveis, mas não são", garante ela.
Pode ser que suas atitudes tenham fundamento na insatisfação com relação à empresa. A questão é que é importante aprender a assumir os próprios erros e estar de acordo com o que a maioria das organizações preza hoje: cooperação e trabalho em equipe.

Fonte: www.administradores.com.br

quarta-feira, 25 de março de 2009

Basicamente um questão de ponto de vista

segunda-feira, 23 de março de 2009

Conhece o ShellExecute ?


Não é muito comum no desenvolvimento de sistemas, mas você pode vir a precisar executar um outro programa ou arquivo durante a execução do seu sistema, ao se deparar com essa necessidade você pode até vir a pensar que isso seja impossível ou no mínimo complicado, mas não é.

Através do comando ShellExecute, podemos abrir arquivos existente na máquina, como documentos, executáveis e coisas do gênero.

Primeiramente, você deve adicionar na cláusula "uses" uma chamada a unit Shellapi, que permitirá usar o comando ShellExecute, após isso você pode experimentar o comando que possui uma sintaxe simples. Abaixo, alguns exemplos e um link para download do exemplo com fontes.

Exemplo 1 - Executar um programa, no caso o Notepad.exe

procedure TForm1.BitBtn1Click(Sender: TObject);
begin
ShellExecute(Handle, 'open', 'c:\Windows\notepad.exe', nil, nil, SW_SHOWNORMAL) ;
end;


Exemplo 2 - Abrir um determinado arquivo num programa específico

procedure TForm1.BitBtn2Click(Sender: TObject);
begin
ShellExecute(Handle,'open', 'c:\windows\notepad.exe','c:\windows\WindowsUpdate.log', nil, SW_SHOWNORMAL) ;
end;


Exemplo 3 - Abrir uma determinada pasta através do Windows Explorer

procedure TForm1.BitBtn3Click(Sender: TObject);
begin
ShellExecute(Handle,'open', 'c:\Windows', nil, nil, SW_SHOWNORMAL) ;
end;

Link para o fonte dos exemplos: ShellExecute


Atualizado:
Depois do comentário, nada mais justo que corrigir o post, mil desculpas.


Gostaria de apresentar um amigo, seu nome é Castle, Frank Castle, nos conhecemos quando eu ainda era um garoto, Frank sempre foi muito polêmico, me lembro que meu pai não gostava nem dele nem do Sr. Logan, mas deixemos o Sr. Logan para outra oportunidade, voltemos a nossa atenção ao Frank, principalmente a suas atividades "judiciárias", sim ele trabalha na justiça, mas precisamente, aplicando-a, através de métodos simples e diretos, sem firula-las, gosto de dizer que Frank é uma daquelas pessoas de poucas palavras e grandes ações.

Ele havia estado meio afastado em alguns aspectos, mas os holofotes voltaram sobre ele, no teceiro e novo filme, The Punisher:War Zone, baseado em suas histórias publicadas pela Marvel, principalmente de uns anos pra cá sobre a batuta de bons roteiristas como o doentio Garth Ennis.

Dessa vez, nem Dolph nem Thomas, agora é a vez de Ray Stevenson, que diga de passagem, tem uma imagem bem mais verossímil como ex-militar e arma de destruição em massa que seus antecessores, sem falar que é muito mais ator.

É certo que não será considerada uma obra prima da sétima arte, nem a melhor adpatação dos quadrinhos, mas ele ao menos reflete algo mais próximo do que o Justiceiro é para a sociedade, um entidade amada por poucos, odiada por alguns e temida por todos.

Agora se o quesito porradaria, tiros, mutilações, tiros, selvageria, tiros, violência gratuita e tiros é o que importa, ele merece estar na estante, nem que seja aquele velho DVD Genérico de R$ 2,00 comprado nas calçadas. da vida. Durante praticamente o filme todo, o diab...ops, o Justiceiro mostra que, na hora do pau cantar, vale tudo, contanto que doa, sangre e soe como algo quebrando dentro do corpo adversário.

Como vilão do filme, temos o mafioso Retalho, que em algumas horas lembra um certo palhaço de outra cidade onde reza a lenda existir um certo homem morcego garantindo o terror nos corações corrompidos pelo mal. Mas ainda sim o mafioso não compromete o filme com sua participações, só que mesmo apelativo, achei muito mais interessante a psique selvagem do seu irmão James que mostra que é macho pra caralho.

Resumindo, The Punisher:War Zone, não tem um roteiro inteligente e cheio de reviravoltas, também não é só um panhado de chacina e sangue, tem tiros também e de vários calibres, mas fica claro que dessa vez, Frank Castle deve estar mais satisfeito, pelo estilão "sai da frente ou passo por cima" que o filme propõe sobre o trabalho voluntário/comunitário que Frank Castle realiza com primor, vale a pena conferir na sua telinha em casa, já que o mesmo não vai pro cinemas aqui o que é uma pena.

Simples como um Clip de Papel

Sabe os hachis, aqueles "pauzinhos" usados pra comer comida chinesa ou japonesa, ou qualquer outra que torne a refeição numa prova de habilidades manuais ? Pois bem, pra facilitar a vida de nós meros ocidentais, criaram esse garfo, ou parte dele que se encaixa nos ditos "pauzinhos" e tornando seu almoço muito mais agradável.


Fonte: O Velho

domingo, 22 de março de 2009

Grandes Pensamentos ou "Vuadora no meio dus peito"


"Falta de tempo é desculpa daqueles que perdem tempo por falta de métodos."